quarta-feira, abril 09, 2008

Mais uma "biage"...!

E porque ontem a minha amiga Carracinha teve a gentileza de me lembrar que ainda mexo, e que o blógio apesar do abandono temporário ainda "vive", cá vão algumas noticias da minha pessoa:



- Diz que daqui a 8 dias, por esta hora, já estarei noutras paragens, mais precisamente na cidade que dizem ser uma das mais belas, que que tem a mais alta taxa de consumo de cerveza do mundo ( ainda bem que não gosto de tal coisa) :-)


- Diz que consegui gastar só 92 euros com a passagem aérea (e não é low-cost, é TAP, mesmo), e ainda vou em classe executiva (não é que isso faça muita diferença na prática, mas sempre dá estilo lol)


- Diz que com a preparação da viagem, com o trabalho no emprego e as coisas de casa, não tenho tido tempo tempo para me coçar , qto mais para o blóguio.


-Diz que vou deixar o tasco em stand-by, mais um pouco até regressar (que será a 21 de Abril)
E depois colocarei a minha e a vossa escrita em dia. :-)



- Diz que estou num "excitex" que nem posso!!! :-))



Here I go!!! :-))





terça-feira, abril 01, 2008

Para descontrair!

E porque os ultimos dias tem sido "pesadotes" aqui no tasco, cá vai um texto recebido por mail hoje de manha, e que me fez rir com gosto (para começar bem o dia :-), sobre essa atitude excelente , deste mais ainda excelente Governo, em fazer com que o Fisco entre na intimidade de cada um de nós no que repeita aos casamentos...

Segunda-feira, Março 24, 2008

Querido FISCO,

No meu casamento, que se realizou no dia ..., estiveram presentes 120 convidados: 89 adultos, 9 crianças e 2 bebés. A festa teve lugar na Quinta ... do meu padrinho Luís M. que me presenteou a boda ( as cópias dos talões do talho, da mercearia e da peixaria seguem em anexo).

A minha tia Alzira S., que é costureira, fez-me o vestido e não cobrou nadinha, mas gastei 60€ em tecidos, 34,5€ nas rendas e bordados e 18,75€ em linhas, botões e alfinetes. As meias e as ligas ficaram por 35€, conforme recibos que envio. O noivo usou o fato da Comunhão Solene com umas ligeiras alterações ( a Tia Alzira não cobrou nada).

O meu irmão foi o fotógrafo de serviço. Todas as fotografias foram enviadas aos convidados por e-mail , que imprimirão as que entenderem por sua conta.

Não foi alugada qualquer viatura. Eu fui na Charrete do Sr. José M., que andou comigo ao colo e é como um pai para mim. O Manuel ( o noivo) foi de mota: a mota dele que ainda está a acabar de pagar, conforme se comprova com documento.

As flores foram todas do jardim da minha avó Margarida e a minha prima Mariana F. que é uma moça muito prendada fez os arranjos.

A animação da festa esteve a cargo do irmão e dos primos do Manuel, que têm uma banda - os "Sempr'Abrir" que merecem ter sucesso.

Não pudemos aceitar nenhum dos presentes, uma vez que não vinham acompanhados dos recibos.

Os preservativos comprou-os o Manuel naquelas máquinas que estão longas horas ao Sol (porque é um rapaz muito introvertido), mas que não dão recibos, o que me permite escusar-me a revelar o seu número, não vá, daqui a alguns anos, lembrares-te de cobrar rectroactivamente uma taxa pelas que foram dadas na lua de mel.

Maria Julieta Silva Chibo

Manuel António Sousa Chibo

domingo, março 30, 2008

"A maior empresa do mundo"


Posso ter defeitos, viver ansioso e ficar irritado algumas vezes, mas não esqueço de que a minha vida é a maior empresa do mundo.

E que posso evitar que ela vá à falência.

Ser feliz é reconhecer que vale a pena viver,apesar de todos os desafios, incompreensões e períodos de crise.

Ser feliz é deixar de ser vítima dos problemas e se tornar um autor da própria história.

É atravessar desertos fora de si, mas ser capaz de encontrar um oásis no recôndito da sua alma. É agradecer a Deus a cada manhã pelo milagre da vida.

Ser feliz é não ter medo dos próprios sentimentos. É saber falar de si mesmo. É ter coragem para ouvir um "não". É ter segurança para receber uma crítica, mesmo que injusta...

Pedras no caminho? Guardo todas, um dia vou construir um castelo."


Ontem ao ler este poema de Fernando Pessoa, na revista Happy deste mês, pensei , pensei muito...

Sábias palavras que vou tentar interiorizar, e colocar em práctica não apenas quando venho á superficie neste mar agitado que costuma ser a minha vida, mas em todos os dias, sempre.

Mas as vossas palavras, os vossos comentários aqui, as sms que recebi, o telefonema para o emprego (nina, vi o teu telefonema depois, mas naquela altura não tinha muitas condições de falar, mas muito obrigado peleo teu carinho)o telefonema de hora de meia de alguém que está longe de mim fisicamente, mas que nunca estará longe do meu coração, enfim tudo ajudou, e estou um bocadito mais animadita.

Dedico-vos este poema, para quando estiverem assim a modos que mais tontas como eu, nos dias em que a nossa auto-estima baixa a niveis infimos, para aqueles dias em que por mais azul que o céu esteja azul, nós o vemos de uma cor muito diferente...

E quero que saibam que podem sempre contar comigo, sempre que sintam necessidade de botar cá para fora o que de menos bom vos vai na alma.


Foi muito bom criar este blog, pois ofereceu-me a possibilidade encontar pessoas fantásticas que estão por vezes mais próximas de mim, do que o que me estão mais próximos fisicamente.
P.S. E sim, menina Gata, podes continuar a dar-me na cabeça, quando achares que eu preciso, não sabe bem, mas faz bem, e ás vezes precisamos mesmo de pessoas mais realistas do que nós próprios, mais "cabeça-fria"...:-)

quarta-feira, março 26, 2008

Dôr de alma.

...Há dias em que as "paredes", a estrutura metálica do nosso carro é o amigo que nos protege dos olhares publicos, onde choramos até nos doer os olhos.
Em casa não o podemos fazer, porque a nossa mãe vive três andares acima, passa a vida entre a casa dela e a nossa , e poder-nos ouvir. E afinal, não podemos mostrar o que nos vai na alma, porque ela está doente há mto tempo, já lhe basta o que e também q dor que nos assola é tão profunda, é tão nossa, que só nós a poderemos lidar com ela.
Dentro do emprego também não podemos dar azas á nossa tristeza, temos que manter a compostura...
Portanto saimos daqui, pegamos no carro para voltar a casa, e estacionamos por aí, num local recatado onde possamos desabafar tendo o nosso fiel veiculo como companhia. Ele apenas assiste, sem de deixar afectar por nada.
Sabemos que não chora connosco, mas sabemos também que não é hipócrita que não nos coloca a mão por cima, com cinismo, para ficar só bem visto.

...Há dias em que que sinto (pela enésima vez) o peso da "VIDA" nas minhas costas, há dias em que me sinto tão pequena, há dias em que me exigem tanto, e eu fraquezo, as minhas pernas fraquejam, abanam, vergam debaixo de tanto "peso"...
E eu sinto (eu que passo a dizer a mim mesma, que sou mto forte, que tenho que ser toda a vida muito forte, por mim, e por aqueles de quem cuido e que não tem mais ninguém a não ser eu) que estou a desquilibrar-me, que não "esquio" alegremente pela montanha abaixo contornando todos os obstáculos, mas sim, que começo a cair, que começo a enterrar-me na neve.
Mas eu não posso, eu não posso fraquejar, eu não posso dar-me a esse luxo, a vida não se compadece com quem fraqueja. Não tenho tempo para isso, e quando fraquejo sei que vai ser pior para mim, porque depois, bem depois vem os sintomas fisicos, se choro um dia inteiro vou acordar com uma dor de cabeça enorme, com um mau aspecto terrivel, com os olhos inchados..e depois? Depois o trabalho espera-me, as chatices esperam-me, e tenho que me reerguer sozinha, porque não existe ninguém para me aparar as lágrimas...
Portanto, não posso ceder, tenho que ser forte, muito forte, embora seja apenas mais um ser humano cada vez mais cheio de fragilidades.

....Há dias, em que gostava de ser totalmente insensível, porque levamos pontapés valentes quando mais precisamos, porque acreditamos que determinada é amiga, e nas piores alturas percebemos que não é, que apenas existimos nós, que nós temos que ter uma força que vai para além de qualquer força humana. Há dias que gostava de ser "seca" fria, dias em que gostava de não gostar, porque assim não era tão duramente magoada, e pior do que isso, não passava pela frustação, a esperança roubada.

Como é possivel que aos 37 anos ainda não ganhei "calo" contra as agressões externas?
Porque permito eu isto, porque não me torno mais cinica, mais azeda, porque não coloco de vez uma capa de ferro entre eu e o mundo que lá lá fora?
Porque continuo a acreditar que afinal o ser humano até tem algo de bom dentro dele?
Porque sou humana (provavelmente) e quando e se perder essa humanidade, perco tudo, passarei a ser uma "coisa" apenas.

Há dias assim, e ontem e hoje tem sido assim...

Amanha?? Amanha tudo vai estar igual, mas pelo menos o Sol irá brilhar talvez de uma forma mais brilhante do que hoje e isso talvez me ajude a relativizar tudo isto.


(desculpem o "expor de alma", o mix mau de emoções mas teve que ser, este é o único sitio onde actualmente posso ser mesmo eu, sem consequencias...
Com a minha mãe correu tudo bem, obrigado a todos que manifestaram o seu interesse, mas este tipo de situações como as da saude minha ou de quem me está mais próximo, colocam-me sempre á prova, e normalmente fazem despertar em mim, sentimentos e estados de espirito menos bons, sendo também aí que vejo a verdadeira natureza de certas pessoas que me rodeiam e que se dizem meus amigos)

segunda-feira, março 24, 2008

Primavera é...


...Dias mais longos...

...Calor....

...Florzinhas e polen no ar...

...Alergias...

....Jardins...

...Actividades aos ar livre...

...Passarada no céu...

...Roupa mais desafogada...

...Hormonas descontroladas...

...Tempo de acasalar...


(e pronto, mais um post para encher choriços, como diria a minha amiga Carracinha, mas hoje dia que a minha mãe, vai fazer uma micro cirurgia aos olhos e daqui a bocado vou ser obrigada a pegar no carro e ir até á confusão do centro da cidade de Lisboa para a trazer para casa, dia em que estou ansiosa e stressada, não me ocorre nada melhor.
Valha-me o meu amigo Tomtom, de que falarei noutro dia....ah e a foto é da minha autoria, capatada em Montargil em Maio do ano passado)

domingo, março 23, 2008

Refilanços.

Sou refilona por natureza e como já há mto tempo não o fazia, hoje deram-me razões para tal...

Então, comecei a ver aqui um filme sobre o nascimento de Cristo no TVC2, pago uma fortuna a mais para ter 4 canais de cinema, e tenho que gramar com o filme dobrado em português e ouvir expressões como "Tchau, Mariana" num filme que retrata a era de antes de Cristo??
Mas já que eu pago e bem, não me deveriam perguntar a mim e atodos os que pagam se queremos/aceitamos ver filmes dobrados em portugûes?
Já não me bastava uma semana em Espanha, a ouvir toda a Tv em espanhol, ligar a rádio e ouvir só tudo espanhol tb...

Espertos são aqueles que não pagam e assistem aos canais públicos.

Já me passou a vontade de ver o filme, prontos!!!!

E tenho dito!!!

sábado, março 22, 2008

Páscoa.

Embora não sendo practicante, tenho a noção que sou uma católica crente. Acredito que lá em cima há uma estrelinha, que lá em cima existe algo que me ajuda quando necessito, que me puxa para cima para os desaires da minha vida teimam em me mostrar o fundo do poço, "algo" que nunca me abandonou.
E nesta altura tal como no Natal, penso em tudo aquilo que acredito que se tenha passado há muito, muito tempo atrás.
E acho extraordinárias todas as manifestações religiosas que existem por esse mundo fora, sobretudo as espanholas, onde as pessoas se emocionam, chorando mesmo por vezes com a passagem dos andores. È um vivência muito mistica, sem dúvida.
Nunca assisti a nenhuma (com pena minha) mas tive pelo menos a sorte de sentir algum do ambiente que se começou a notar já na passada semana, já que por lá não serão apenas 3 dias, mas toda uma semana, "a semana santa".
Tive a sorte em Ronda de me cruzar com uma montra com maquetas de celebrações religiosas, talvez as lá passadas, e aproveitei para registar o momento em fotografia.